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“Art is a performative act that generates a social response”

by em 20/11/2011

Num tempo em que as  as instituições culturais estão ameaçadas, não só por razões orçamentais, mas também pelo espectro redutor do didactismo, é deveras interessante senão fundamental  considerar e trabalhar na lógica de uma abertura e dinâmica colaborativa que privilegia a (des)ordem da imaginação, a deslocação da politica cultural e questiona a forma de habitarmos um espaço comum. Através de praticas espaciais experimentais, e experimentais no sentido em que evitam ou colocam em causa perspectivas estáveis e morfológicas sobre o espaço habitado, trata-se de investir na riqueza da complexidade, do irredutivel que existe na singularidade de um gesto que atravessa e inscreve o espaço. Como negociamos colectivamente com o espaço? como nos inscrevemos nele, seja com gestos, imagens, sons?  como é que este espaço (comum) é construido de forma  colectiva e cooperativa? como delimitamos o território? que paradigmas determinam o mapa? aprendemos juntos, mas como pensar a dimensão do conflito, da fronteira, do limite? e como é que as experiências e práticas culturais entre indivíduos, grupos sociais ou comunidades étnicas que partilham o mesmo espaço geográfico, podem constituir um lugar dinâmico e complexo de pensamento e criação?

 

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